Esse é um dos livros de bolso do ator. E Stanislavski é o cara, vamos combinar!!!
Tenho que apresentar um seminário com um grupo de amigos na próxima terça-feira, dia 15/09. A minha parte é falar sobre os cap. 6 (descontração dos músculos), 11 (Adaptação) e 12 (Forças motivas interiores).
Estou estudando no momento o cap.6 e pra falar a verdade, estou confusa. Nesse capítulo diz que devemos descontrair ao máximo nossos músculos, evitar qualquer tensão desnecessária, pois isso atrapalha nossa concentração, e assim, perdemos toda a emoção do papel. E diz também que nas horas de maior tensão do papel, nas horas mais excitantes da peça, é que devemos meeesmo relaxar os músculos. Mas, caramba, como isso é possível?
Tanto nas aulas de interpretação como nas aulas de expressão corporal, estamos aprendendo a ter consciencia de nosso corpo, e o Profº Wagner de Interpretação II, trabalha bastante isso, de observar qual parte de nosso corpo está tensa, e tal. Mas hoje necessito perguntar isso a ele. Como não tensionar numa cena tensa?
Será isso possível?
quinta-feira, 10 de setembro de 2009
Teatro
Opa!!! Teatro! Nada me separa desse amor! Nem mesmo uma perna imobilizada!! Continuo indo as aulas normalmente! E vou lhes contar, tá é muito bom o processo com a minha turma! Estamos estudando a peça " O Último Carro" , de João das Neves. Meu Deeeeeeeeeus, que peça maravilhosa, que texto gostoso de trabalhar!! É emocionante, envolvente. A peça acontece num trem e nas estações. É da época em que os trens eram caóticos, tinha assalto, brigas, etc. Aos poucos eu vou contando mais detalhes! Hj vamos fazer a primeira improvisação!! Estou ansiosa! Aula passada fizemos imagens, tipo estátua, com cenas da peça, improvisando, sabe?
Hj que a coisa vai ficar boa!!! rsrs Mal posso esperar!
Hj que a coisa vai ficar boa!!! rsrs Mal posso esperar!
Tacaram fogo no meu Jardim de papel kkk
Putz... Esse tipo de coisa só acontece comigo!!!
Entrei no ballet, me enrolei toooda!!!rsrsrsrs A professora foi tacando os passos no maior estilo the flash, eu só fazia aquela cara de quem não estava conseguindo pegar nadaa! Mas fui lá... continuei tentando, mesmo fazendo algumas coisas erradas, mas o importante era não parar.
Nas aulas de chão, eu sou ótima!! Me alongo que é uma beleza! Mas quando a aula é na barra dançando...
Até que um "belo" dia dançando, forçando a meia ponta, como mandava a professora, me machuquei. Senti como se uma estaca tivesse entrado no meu calcanhar até o joelho. Aaaiiiii!!!
Parei e fui sentar. Chorando, com muita raiva, pois estava frustrada por não conseguir acompanhar os passos e por ter me machucado. A professora? Não fez nada! Continuou a dar aula, no máximo me perguntou o que aconteceu. E continuou sua aula.
Agora estou aqui, em casa há quase 2 semanas, tive que imobilizar a perna direita. Tirei a tala ontem, e estou usando aquela tornozeleira e joelheira. E estou sem ir trabalhar, só volto semana que vem. É muita sacanagem né? Só volto agora mês que vem pro ballet. Sim, eu volto!
domingo, 23 de agosto de 2009
Barbara Kolem
Introdução ao meu jardim de papel...
Toda menina tem o sonho de ser bailarina. Inclusive eu.
Fui criada pelos meus avós, que tinham condições de pagar uma escola de ballet pra mim na época. Não pagaram. Minha avó, não sei até hoje por que cargas d'água, não me deixou de jeito algum fazer ballet. Ficava com a cabeça confusa, pois minha mãe, como todas, queria me colocar no ballet, mas minha avó não. E meu avô, no meio disso tudo, sempre repetia que eu seria uma grande dançarina, e até uma atriz. É que eu era daquelas crianças que vivia dançando e piruletando pela casa!
Enfim. Não fiz o maldito ballet.
Na minha adolescencia, minha mãe queria me colocar no curso de Teatro. Meus avós tinham condições de pagar um curso de teatro pra mim. Não pagaram. Minha mãe queria que eu fizesse, minha avó não, e meu avô, no meio disso tudo, sempre repetia que eu seria uma grande dançarina, e até uma atriz.
Enfim, não fiz o maldito teatro.
Ainda na minha adolescencia, minha mãe queria me colocar no curso de modelo. Meus avós tinham condição de pagar, não pagaram, enfim, toda aquela ladainha de novo!!!!
E não fiz o maldito curso de modelo...
O tempo foi passando, passando, passando, até que aos meus 16 anos fui morar com minha mãe.
Ufa!!! Liberdade!!! Oh!!!
Sim, minha mãe, que com certeza me apoiaria nas minhas escolhas!
E... apoiou! Depois de um tempinho, estava eu num curso livre de Teatro, lá na FAETEC de Quintino. Putz! como era bom! Professores maravilhosos! Nunca esquecerei daquela que me deu a alavancada: Tárlia Laranjeiras. Ela é sensacional! Foi através dela que me apaixonei por Commedia dell' arte. Ô tempo bom!
Nunca havia pisado num teatro para assistir algo, quanto mais para atuar! E lá fui eu ... Que palco enorme era aquele da FAETEC! E que sensação gostosa! Friozinho na barriga, ah, que delícia!
E lá fiquei um ano. Um maravilhoso ano.
Certo dia lendo os cartazes que estavam espalhados pela escola, achei um divulgando o período de inscrição para a Martins Pena.
" Martins Pena? Ah... aquela escola de teatro... falam muito bem de lá... Hum... vou tentar!"
Último dia das inscrições, lá estava eu e mais uma amiga que também iria tentar... caramba! Quase que não consigo!
Me inscrevi, depois fiz as provas, aguardei longos dias, e.... PASSEI!!! UHUULLL!!!! Passei, depois de tanto esforço!!
Pois é... quem um dia ouviu que jamais teria capacidade de pisar em um palco de teatro ( obs.: ouvi isso de um parente que não vem ao caso nomear...) acaba de passar para a escola de Teatro onde Procópio Ferreira, Luciano Szafir, Dira Paes, dentre outras celebridades estudaram.
Que orgulho!
E lá estou, batalhando, estudando muuuuuuuito, me entregando de corpo e alma.
( Ah!! Foi lá que conheci meu atual noivo-marido! Nos conhecemos no primeiro dia de aula, ficamos na primeira semana, num sábado, e nos juntamos na segunda semana... Que louco, né? rsrs
Hoje estamos juntos há 1 ano e 1 mês quase.)
Ah, já ia esquecendo o porque principal do Blog: Ballet!!!
Sim, entrei finalmente para uma escola de Ballet Clássico!
Conservatório Brasileiro de Dança, lá na Tijuca.
É, não é pra qualquer um, não.... lá é barra pesada!!!
Tenho a partir de agora, muita história pra contar...
Cada dia, cada passo meu, cada nova descoberta no ballet e no teatro.
Até!
Beijocas e paçocas!!!
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